Classe de Novos Membros IPC

Esse blog é destinados ao contato de alunos e professores da classe de Novos Membros da Igreja Presbiteriana de Curitiba

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05.09.07

AULA 3

JESUS CRISTO – DEUS E HOMEM

• HÁ UM SÓ DEUS QUE SUBSISTE EM 3 PESSOAS DISTINTAS
• CADA PESSOA DA TRINDADE É DEUS COMPLETO E NÃO PARTE DE DEUS
• AS TRÊS PESSOAS SÃO IGUAIS EM PODER E GLÓRIA

JESUS É A 2ª. PESSOA DA TRINDADE

• ELE É, AO MESMO TEMPO, VERDADEIRAMENTE HOMEM E VERDADEIRAMENTE DEUS

HUMANIDADE E DIVINDADE DE JESUS

HUMANIDADE
• NASCIMENTO VIRGINAL
• NECESSIDADE DE SER HUMANO – DESDE QUE O HOMEM PECOU, ERA NECESÁRIO QUE O HOMEM SOFRESE A PENALIDADE – O PAGAMENTO INCLUÍA SOFRIMENTO DE CORPO E ALMA, SOFRIMENTO CABÍVEL SOMENTE AO HOMEM.
• JESUS ASSUME A NATUREZA DE HOMEM – SUAS PROPRIEDADES ESSENCIAIS E TODAS AS DEBILIDADES A QUE FICOU SUJEITO O HOMEM DEPOIS DA QUEDA (DESCER ÀS PROFUNDEZAS DA DEGRADAÇÃO EM QUE O HOMEM TINHA CAÍDO)
• MAS, ERA NECESSÁRIO QUE ELE NÃO TIVESSE PECADO (SENÃO, NÃO PODERIA FAZER EXPIAÇÃO POR OUTRO HOMEM)
• AINDA ERA NECESSÁRIO QUE O MEDIADOR FOSSE TOTALMENTE DEUS.

ERA NECESSÁRIO QUE:
- PUDESSE APRESENTAR SACRIFÍCIO DE VALOR INFINITO E PRESTAR PERFEITA OBEDIÊNCIA À LEI DE DEUS
- PUDESSE SOFRER A IRA DE DEUS REDENTORAMENTE, OU SEJA, LIVRAR OS OUTROS DA MALDIÇÃO DA LEI
- PUDESSE APLICAR OS FRUTOS DA SUA OBRA CONSUMADA AOS QUE O ACEITASSEM PELA FÉ

OS ESTADOS DE CRISTO

- II Coríntios 8.9; Gálatas 4.4, 5; Filipenses 2.6-11; Hebreus 2.9; João 17.5
- Estado não é uma condição, mas uma relação, ou seja, a relação forense da pessoa com a lei.
- No estado de humilhação Cristo estava sob a lei, não só como regra de vida, mas também como a condição da aliança das obras e a pena pelo pecado.
- No estado de exaltação, o Deus e homem, Jesus Cristo, (1) retirou-se de sob a lei em seus aspectos federais e penais, e, conseqüentemente, de sob o fardo da lei como condição da aliança das obras, e de sob a maldição da lei, ao mesmo tempo em que (2) permutou a relação penal com a lei pela relação justa, e como Mediador entrou na posse das bênçãos da salvação que ele mereceu para os pecadores e, por fim, (3) foi coroado com a correspondente honra e glória.

A – Humilhação
1. Encarnação – o Verbo eterno se fez carne
a. O sujeito da encarnação não foi o Deus trino, mas a segunda pessoa da Trindade, que assumiu a natureza humana. Ele existia anteriormente (pré-existência) – João 1.1; 6.38.
b. Tornou-se necessária em razão da Queda, caso contrário, o Verbo não teria se encarnado (Lucas 19.10. João 3.16; I João 3.18).
c. Não houve mudança essencial no Verbo. O verbo egeneto (no grego) não significa que o Verbo transformou-se em carne, mas sim que Ele assumiu aquela natureza que não tinha anteriormente.
d. Por meio da encarnação Cristo tornou-se efetivamente membro da raça humana, por meio de uma concepção sobrenatural e um nascimento virginal (Mateus 1.18-20; Lucas 1.34, 35; Hebreus 10.35). O Espírito Santo foi a causa eficiente da concepção, excluindo o concurso do homem, determinando que quem nasceu não foi, apenas, uma pessoa humana, mas a pessoa do Filho de Deus, isenta do pecado. Ao mesmo tempo, o Espírito Santo santificou a natureza humana de Cristo desde o início, mantendo livre da corrupção do pecado (João 3.34; Hebreus 9.14).
2. Sofrimentos
a. Sofreu durante toda a Sua vida
b. Sofreu no corpo e na alma
c. A singularidade dos seus sofrimentos: Senhor-servo; santo-pecadores; conhecimento de seus derradeiros sofrimentos; tentação do diabo; perseguição do povo.
3. Morte
a. Ele, que jamais pecou teve que pagar o salário do pecado – na mais humilhante forma de morte
b. Sofreu a ira de Deus pelo pecado da humanidade
4. Sepultamento (Salmo 16.10; Atos 2.27, 31; 13.34, 35) – voltar ao pó
5. Descida ao Hades – O que significa? – Cristo sofreu as angústias do inferno antes da Sua morte, no Getsêmani e na cruz e adentrou a mais profunda humilhação de estado de morte.

B – Exaltação
O Mediador por inteiro, isto é, o Deus-Homem, é o sujeito da exaltação.
1. Ressurreição
a. Natureza: em Cristo, a natureza humana, pela ressurreição, foi restaurada à sua original força e perfeição (I Coríntios 15.43-44). (≠ Lázaro)
b. Tríplice significado:
i. Foi uma declaração do Pai de que o último inimigo foi vencido, a pena foi cumprida, e satisfeita a condição em que a vida foi prometida.
ii. Foi um símbolo do que estava destinado a suceder aos membros do corpo de Cristo (Romanos 6.4, 5, 9; 8.11)
iii. Tem relação com a justificação, regeneração e ressurreição final dos crente (I Pedro 1.3; Filipenses 3.10).

2. Ascensão
a. Ocorrências: Lucas 24.50-53; Atos 1.6-11; Marcos 16.19; João 6.62; 14.2, 12; 16.5, 10, 17, 28; 17.5; 20.17; Efésios 1.20; 4.8-10; I Timóteo 3.16; Hebreus 1.3; 4.14; 9.24.
b. Natureza: a ascensão é a subida visível da pessoa de Cristo da terra ao céu, segundo a sua natureza humana, propiciando uma plenitude de glória à referida natureza.
c. Tríplice significado:
i. O sacrifício de Cristo foi oferecido a Deus no santuário celestial, quando o Pai o considerou plenamente suficiente, admitindo-O na glória celestial, determinando que o reino do Mediador, não é o reino dos judeus, mas um reino universal.
ii. É profética no tocante à ascensão de todos os crentes (Efésios 2.6. João 17.24).
iii. Atende à necessidade que Cristo tinha de ir para o céu preparar o lugar para os seus discípulos (João 14.2, 3).

3. Governo – assentado à destra de Deus
a. Mateus 26.24; I Pedro 3.22; Apocalipse 3.21; 22.1.
b. Implica não num repouso celestial, mas numa contínua obra do Senhor. Cristo consumou a obra da redenção, mas continua a aplicá-la, por meio do Espírito.

4. Volta Física
Propósito – julgar o mundo e aperfeiçoar a salvação do povo de Deus (Mateus 25.31, 32).

OS OFÍCIOS DE CRISTO

NÃO SÃO “CARGOS”  MAS MINISTÉRIOS (MISSÃO, MANDATO DE CONFIANÇA E AUTORIDADE – O OFÍCIO É CONTÍNUO, UM ESTADO)

PROFÉTICO
SACERDORTAL
REAL

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE PROFETA, REVELANDO-NOS, PELA SUA PALAVRA E PELO SEU ESPÍRITO, A VONTADE DE DEUS PARA A NOSSA SALVAÇÃO.

• PROFETA É AQUELE QUE TRAZ, DA PARTE DE DEUS, A MENSAGEM PARA OS HOMENS
• NO AT JESUS FOI ANUNCIADO COMO PROFETA  DT 18.15
• SEU OFÍCIO PROFÉTICO NÃO SE LIMITA À SUA VIDA TERRENA: ANJO DO SENHOR E PROFETAS DO AT SOBRE OS QUAIS ESTAVA O ESPÍRITO DE CRISTO

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE SACERDOTE, OFERECENDO-SE A SI MESMO, UMASÓ VEZ, EM SACRIFÍCIO, PARA SATISFAZER A JUSTIÇA DIVINA, PARA RECONCILIAR-NOS COM DEUS E PARA FAZER CONTÍNUA INTERCESSÃO POR NÓS.

• NO AT DEUS INSTITUIU O SACERDÓCIO COMO UM MEIO PARA QUE O PECADOR SE APROXIMASSE DELE
• DEUS REQUERIA PERFEITA OBEDIÊNCIA, MAS SE O HOMEM PECASSE DEVERIA OFERECER UM SACRIFÍCIO VIVO POR MEIO DO SACERDOTE (VIDA E SANGUE)
• SEM DEFEITO
• JESUS É, AO MESMO TEMPO, SACERDOTE E SACRIFÍCIO
• DE UMA VEZ POR TODAS – NÃO MAIS NECESSÁRIO O SACRIFÍCIO
• CONTINUA SUA OBRA SACERDOTEL COMO NTERCESSOR JUNTO AO PAI

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE REI, SUJEITANDO-NOS A SI MESMO, GOVERNANDO-NOS E PROTEGENDO-NOS, REPRIMINDO TODOS OS SEUS E NOSSOS INIMIGOS
• COMO FILHO DE DEUS E SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE, JESUS TEM PODER E DOMÍNIO SOBRE TODO O UNIVERSO

O QUE SIGNIFICA PARA O CRENTE OS 3 OFÍCIOS DE CRISTO?

• COMO PROFETA, JESUS NOS DEU UMA REVELAÇÃO COMPLETA SOBRE DEUS E SUA VONTADE EM NOSSAS VIDAS.
• COMO SACERDOTE, JESUS OFERECEU-SE A SI MESMO COMO SACRIFÍCIO PARA A NOSSA SALVAÇÃO E O SEU SANGUE NOS PURIFICA DE TODO O PECADO.
• COMO REI, JESUS NOS CHAMOU, ATRAVÉS DA PALAVRA E DO ESPÍRITO SANTO, E NOS REUNIU NO SEU CORPO – QUE É A IGREJA – NOS DIRIGE, NOS PROTEGE E NOS APERFEIÇOA. ELE TEM TODA AUTORIDADE NO CÉU E NA TERRA.





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