Classe de Novos Membros IPC

Esse blog é destinados ao contato de alunos e professores da classe de Novos Membros da Igreja Presbiteriana de Curitiba

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Arquivo de: Setembro 2007, 05

05.09.07

AULA 3

JESUS CRISTO – DEUS E HOMEM

• HÁ UM SÓ DEUS QUE SUBSISTE EM 3 PESSOAS DISTINTAS
• CADA PESSOA DA TRINDADE É DEUS COMPLETO E NÃO PARTE DE DEUS
• AS TRÊS PESSOAS SÃO IGUAIS EM PODER E GLÓRIA

JESUS É A 2ª. PESSOA DA TRINDADE

• ELE É, AO MESMO TEMPO, VERDADEIRAMENTE HOMEM E VERDADEIRAMENTE DEUS

HUMANIDADE E DIVINDADE DE JESUS

HUMANIDADE
• NASCIMENTO VIRGINAL
• NECESSIDADE DE SER HUMANO – DESDE QUE O HOMEM PECOU, ERA NECESÁRIO QUE O HOMEM SOFRESE A PENALIDADE – O PAGAMENTO INCLUÍA SOFRIMENTO DE CORPO E ALMA, SOFRIMENTO CABÍVEL SOMENTE AO HOMEM.
• JESUS ASSUME A NATUREZA DE HOMEM – SUAS PROPRIEDADES ESSENCIAIS E TODAS AS DEBILIDADES A QUE FICOU SUJEITO O HOMEM DEPOIS DA QUEDA (DESCER ÀS PROFUNDEZAS DA DEGRADAÇÃO EM QUE O HOMEM TINHA CAÍDO)
• MAS, ERA NECESSÁRIO QUE ELE NÃO TIVESSE PECADO (SENÃO, NÃO PODERIA FAZER EXPIAÇÃO POR OUTRO HOMEM)
• AINDA ERA NECESSÁRIO QUE O MEDIADOR FOSSE TOTALMENTE DEUS.

ERA NECESSÁRIO QUE:
- PUDESSE APRESENTAR SACRIFÍCIO DE VALOR INFINITO E PRESTAR PERFEITA OBEDIÊNCIA À LEI DE DEUS
- PUDESSE SOFRER A IRA DE DEUS REDENTORAMENTE, OU SEJA, LIVRAR OS OUTROS DA MALDIÇÃO DA LEI
- PUDESSE APLICAR OS FRUTOS DA SUA OBRA CONSUMADA AOS QUE O ACEITASSEM PELA FÉ

OS ESTADOS DE CRISTO

- II Coríntios 8.9; Gálatas 4.4, 5; Filipenses 2.6-11; Hebreus 2.9; João 17.5
- Estado não é uma condição, mas uma relação, ou seja, a relação forense da pessoa com a lei.
- No estado de humilhação Cristo estava sob a lei, não só como regra de vida, mas também como a condição da aliança das obras e a pena pelo pecado.
- No estado de exaltação, o Deus e homem, Jesus Cristo, (1) retirou-se de sob a lei em seus aspectos federais e penais, e, conseqüentemente, de sob o fardo da lei como condição da aliança das obras, e de sob a maldição da lei, ao mesmo tempo em que (2) permutou a relação penal com a lei pela relação justa, e como Mediador entrou na posse das bênçãos da salvação que ele mereceu para os pecadores e, por fim, (3) foi coroado com a correspondente honra e glória.

A – Humilhação
1. Encarnação – o Verbo eterno se fez carne
a. O sujeito da encarnação não foi o Deus trino, mas a segunda pessoa da Trindade, que assumiu a natureza humana. Ele existia anteriormente (pré-existência) – João 1.1; 6.38.
b. Tornou-se necessária em razão da Queda, caso contrário, o Verbo não teria se encarnado (Lucas 19.10. João 3.16; I João 3.18).
c. Não houve mudança essencial no Verbo. O verbo egeneto (no grego) não significa que o Verbo transformou-se em carne, mas sim que Ele assumiu aquela natureza que não tinha anteriormente.
d. Por meio da encarnação Cristo tornou-se efetivamente membro da raça humana, por meio de uma concepção sobrenatural e um nascimento virginal (Mateus 1.18-20; Lucas 1.34, 35; Hebreus 10.35). O Espírito Santo foi a causa eficiente da concepção, excluindo o concurso do homem, determinando que quem nasceu não foi, apenas, uma pessoa humana, mas a pessoa do Filho de Deus, isenta do pecado. Ao mesmo tempo, o Espírito Santo santificou a natureza humana de Cristo desde o início, mantendo livre da corrupção do pecado (João 3.34; Hebreus 9.14).
2. Sofrimentos
a. Sofreu durante toda a Sua vida
b. Sofreu no corpo e na alma
c. A singularidade dos seus sofrimentos: Senhor-servo; santo-pecadores; conhecimento de seus derradeiros sofrimentos; tentação do diabo; perseguição do povo.
3. Morte
a. Ele, que jamais pecou teve que pagar o salário do pecado – na mais humilhante forma de morte
b. Sofreu a ira de Deus pelo pecado da humanidade
4. Sepultamento (Salmo 16.10; Atos 2.27, 31; 13.34, 35) – voltar ao pó
5. Descida ao Hades – O que significa? – Cristo sofreu as angústias do inferno antes da Sua morte, no Getsêmani e na cruz e adentrou a mais profunda humilhação de estado de morte.

B – Exaltação
O Mediador por inteiro, isto é, o Deus-Homem, é o sujeito da exaltação.
1. Ressurreição
a. Natureza: em Cristo, a natureza humana, pela ressurreição, foi restaurada à sua original força e perfeição (I Coríntios 15.43-44). (≠ Lázaro)
b. Tríplice significado:
i. Foi uma declaração do Pai de que o último inimigo foi vencido, a pena foi cumprida, e satisfeita a condição em que a vida foi prometida.
ii. Foi um símbolo do que estava destinado a suceder aos membros do corpo de Cristo (Romanos 6.4, 5, 9; 8.11)
iii. Tem relação com a justificação, regeneração e ressurreição final dos crente (I Pedro 1.3; Filipenses 3.10).

2. Ascensão
a. Ocorrências: Lucas 24.50-53; Atos 1.6-11; Marcos 16.19; João 6.62; 14.2, 12; 16.5, 10, 17, 28; 17.5; 20.17; Efésios 1.20; 4.8-10; I Timóteo 3.16; Hebreus 1.3; 4.14; 9.24.
b. Natureza: a ascensão é a subida visível da pessoa de Cristo da terra ao céu, segundo a sua natureza humana, propiciando uma plenitude de glória à referida natureza.
c. Tríplice significado:
i. O sacrifício de Cristo foi oferecido a Deus no santuário celestial, quando o Pai o considerou plenamente suficiente, admitindo-O na glória celestial, determinando que o reino do Mediador, não é o reino dos judeus, mas um reino universal.
ii. É profética no tocante à ascensão de todos os crentes (Efésios 2.6. João 17.24).
iii. Atende à necessidade que Cristo tinha de ir para o céu preparar o lugar para os seus discípulos (João 14.2, 3).

3. Governo – assentado à destra de Deus
a. Mateus 26.24; I Pedro 3.22; Apocalipse 3.21; 22.1.
b. Implica não num repouso celestial, mas numa contínua obra do Senhor. Cristo consumou a obra da redenção, mas continua a aplicá-la, por meio do Espírito.

4. Volta Física
Propósito – julgar o mundo e aperfeiçoar a salvação do povo de Deus (Mateus 25.31, 32).

OS OFÍCIOS DE CRISTO

NÃO SÃO “CARGOS”  MAS MINISTÉRIOS (MISSÃO, MANDATO DE CONFIANÇA E AUTORIDADE – O OFÍCIO É CONTÍNUO, UM ESTADO)

PROFÉTICO
SACERDORTAL
REAL

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE PROFETA, REVELANDO-NOS, PELA SUA PALAVRA E PELO SEU ESPÍRITO, A VONTADE DE DEUS PARA A NOSSA SALVAÇÃO.

• PROFETA É AQUELE QUE TRAZ, DA PARTE DE DEUS, A MENSAGEM PARA OS HOMENS
• NO AT JESUS FOI ANUNCIADO COMO PROFETA  DT 18.15
• SEU OFÍCIO PROFÉTICO NÃO SE LIMITA À SUA VIDA TERRENA: ANJO DO SENHOR E PROFETAS DO AT SOBRE OS QUAIS ESTAVA O ESPÍRITO DE CRISTO

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE SACERDOTE, OFERECENDO-SE A SI MESMO, UMASÓ VEZ, EM SACRIFÍCIO, PARA SATISFAZER A JUSTIÇA DIVINA, PARA RECONCILIAR-NOS COM DEUS E PARA FAZER CONTÍNUA INTERCESSÃO POR NÓS.

• NO AT DEUS INSTITUIU O SACERDÓCIO COMO UM MEIO PARA QUE O PECADOR SE APROXIMASSE DELE
• DEUS REQUERIA PERFEITA OBEDIÊNCIA, MAS SE O HOMEM PECASSE DEVERIA OFERECER UM SACRIFÍCIO VIVO POR MEIO DO SACERDOTE (VIDA E SANGUE)
• SEM DEFEITO
• JESUS É, AO MESMO TEMPO, SACERDOTE E SACRIFÍCIO
• DE UMA VEZ POR TODAS – NÃO MAIS NECESSÁRIO O SACRIFÍCIO
• CONTINUA SUA OBRA SACERDOTEL COMO NTERCESSOR JUNTO AO PAI

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE REI, SUJEITANDO-NOS A SI MESMO, GOVERNANDO-NOS E PROTEGENDO-NOS, REPRIMINDO TODOS OS SEUS E NOSSOS INIMIGOS
• COMO FILHO DE DEUS E SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE, JESUS TEM PODER E DOMÍNIO SOBRE TODO O UNIVERSO

O QUE SIGNIFICA PARA O CRENTE OS 3 OFÍCIOS DE CRISTO?

• COMO PROFETA, JESUS NOS DEU UMA REVELAÇÃO COMPLETA SOBRE DEUS E SUA VONTADE EM NOSSAS VIDAS.
• COMO SACERDOTE, JESUS OFERECEU-SE A SI MESMO COMO SACRIFÍCIO PARA A NOSSA SALVAÇÃO E O SEU SANGUE NOS PURIFICA DE TODO O PECADO.
• COMO REI, JESUS NOS CHAMOU, ATRAVÉS DA PALAVRA E DO ESPÍRITO SANTO, E NOS REUNIU NO SEU CORPO – QUE É A IGREJA – NOS DIRIGE, NOS PROTEGE E NOS APERFEIÇOA. ELE TEM TODA AUTORIDADE NO CÉU E NA TERRA.





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AULA 3

JESUS CRISTO – DEUS E HOMEM

• HÁ UM SÓ DEUS QUE SUBSISTE EM 3 PESSOAS DISTINTAS
• CADA PESSOA DA TRINDADE É DEUS COMPLETO E NÃO PARTE DE DEUS
• AS TRÊS PESSOAS SÃO IGUAIS EM PODER E GLÓRIA

JESUS É A 2ª. PESSOA DA TRINDADE

• ELE É, AO MESMO TEMPO, VERDADEIRAMENTE HOMEM E VERDADEIRAMENTE DEUS

HUMANIDADE E DIVINDADE DE JESUS

HUMANIDADE
• NASCIMENTO VIRGINAL
• NECESSIDADE DE SER HUMANO – DESDE QUE O HOMEM PECOU, ERA NECESÁRIO QUE O HOMEM SOFRESE A PENALIDADE – O PAGAMENTO INCLUÍA SOFRIMENTO DE CORPO E ALMA, SOFRIMENTO CABÍVEL SOMENTE AO HOMEM.
• JESUS ASSUME A NATUREZA DE HOMEM – SUAS PROPRIEDADES ESSENCIAIS E TODAS AS DEBILIDADES A QUE FICOU SUJEITO O HOMEM DEPOIS DA QUEDA (DESCER ÀS PROFUNDEZAS DA DEGRADAÇÃO EM QUE O HOMEM TINHA CAÍDO)
• MAS, ERA NECESSÁRIO QUE ELE NÃO TIVESSE PECADO (SENÃO, NÃO PODERIA FAZER EXPIAÇÃO POR OUTRO HOMEM)
• AINDA ERA NECESSÁRIO QUE O MEDIADOR FOSSE TOTALMENTE DEUS.

ERA NECESSÁRIO QUE:
- PUDESSE APRESENTAR SACRIFÍCIO DE VALOR INFINITO E PRESTAR PERFEITA OBEDIÊNCIA À LEI DE DEUS
- PUDESSE SOFRER A IRA DE DEUS REDENTORAMENTE, OU SEJA, LIVRAR OS OUTROS DA MALDIÇÃO DA LEI
- PUDESSE APLICAR OS FRUTOS DA SUA OBRA CONSUMADA AOS QUE O ACEITASSEM PELA FÉ

OS ESTADOS DE CRISTO

- II Coríntios 8.9; Gálatas 4.4, 5; Filipenses 2.6-11; Hebreus 2.9; João 17.5
- Estado não é uma condição, mas uma relação, ou seja, a relação forense da pessoa com a lei.
- No estado de humilhação Cristo estava sob a lei, não só como regra de vida, mas também como a condição da aliança das obras e a pena pelo pecado.
- No estado de exaltação, o Deus e homem, Jesus Cristo, (1) retirou-se de sob a lei em seus aspectos federais e penais, e, conseqüentemente, de sob o fardo da lei como condição da aliança das obras, e de sob a maldição da lei, ao mesmo tempo em que (2) permutou a relação penal com a lei pela relação justa, e como Mediador entrou na posse das bênçãos da salvação que ele mereceu para os pecadores e, por fim, (3) foi coroado com a correspondente honra e glória.

A – Humilhação
1. Encarnação – o Verbo eterno se fez carne
a. O sujeito da encarnação não foi o Deus trino, mas a segunda pessoa da Trindade, que assumiu a natureza humana. Ele existia anteriormente (pré-existência) – João 1.1; 6.38.
b. Tornou-se necessária em razão da Queda, caso contrário, o Verbo não teria se encarnado (Lucas 19.10. João 3.16; I João 3.18).
c. Não houve mudança essencial no Verbo. O verbo egeneto (no grego) não significa que o Verbo transformou-se em carne, mas sim que Ele assumiu aquela natureza que não tinha anteriormente.
d. Por meio da encarnação Cristo tornou-se efetivamente membro da raça humana, por meio de uma concepção sobrenatural e um nascimento virginal (Mateus 1.18-20; Lucas 1.34, 35; Hebreus 10.35). O Espírito Santo foi a causa eficiente da concepção, excluindo o concurso do homem, determinando que quem nasceu não foi, apenas, uma pessoa humana, mas a pessoa do Filho de Deus, isenta do pecado. Ao mesmo tempo, o Espírito Santo santificou a natureza humana de Cristo desde o início, mantendo livre da corrupção do pecado (João 3.34; Hebreus 9.14).
2. Sofrimentos
a. Sofreu durante toda a Sua vida
b. Sofreu no corpo e na alma
c. A singularidade dos seus sofrimentos: Senhor-servo; santo-pecadores; conhecimento de seus derradeiros sofrimentos; tentação do diabo; perseguição do povo.
3. Morte
a. Ele, que jamais pecou teve que pagar o salário do pecado – na mais humilhante forma de morte
b. Sofreu a ira de Deus pelo pecado da humanidade
4. Sepultamento (Salmo 16.10; Atos 2.27, 31; 13.34, 35) – voltar ao pó
5. Descida ao Hades – O que significa? – Cristo sofreu as angústias do inferno antes da Sua morte, no Getsêmani e na cruz e adentrou a mais profunda humilhação de estado de morte.

B – Exaltação
O Mediador por inteiro, isto é, o Deus-Homem, é o sujeito da exaltação.
1. Ressurreição
a. Natureza: em Cristo, a natureza humana, pela ressurreição, foi restaurada à sua original força e perfeição (I Coríntios 15.43-44). (≠ Lázaro)
b. Tríplice significado:
i. Foi uma declaração do Pai de que o último inimigo foi vencido, a pena foi cumprida, e satisfeita a condição em que a vida foi prometida.
ii. Foi um símbolo do que estava destinado a suceder aos membros do corpo de Cristo (Romanos 6.4, 5, 9; 8.11)
iii. Tem relação com a justificação, regeneração e ressurreição final dos crente (I Pedro 1.3; Filipenses 3.10).

2. Ascensão
a. Ocorrências: Lucas 24.50-53; Atos 1.6-11; Marcos 16.19; João 6.62; 14.2, 12; 16.5, 10, 17, 28; 17.5; 20.17; Efésios 1.20; 4.8-10; I Timóteo 3.16; Hebreus 1.3; 4.14; 9.24.
b. Natureza: a ascensão é a subida visível da pessoa de Cristo da terra ao céu, segundo a sua natureza humana, propiciando uma plenitude de glória à referida natureza.
c. Tríplice significado:
i. O sacrifício de Cristo foi oferecido a Deus no santuário celestial, quando o Pai o considerou plenamente suficiente, admitindo-O na glória celestial, determinando que o reino do Mediador, não é o reino dos judeus, mas um reino universal.
ii. É profética no tocante à ascensão de todos os crentes (Efésios 2.6. João 17.24).
iii. Atende à necessidade que Cristo tinha de ir para o céu preparar o lugar para os seus discípulos (João 14.2, 3).

3. Governo – assentado à destra de Deus
a. Mateus 26.24; I Pedro 3.22; Apocalipse 3.21; 22.1.
b. Implica não num repouso celestial, mas numa contínua obra do Senhor. Cristo consumou a obra da redenção, mas continua a aplicá-la, por meio do Espírito.

4. Volta Física
Propósito – julgar o mundo e aperfeiçoar a salvação do povo de Deus (Mateus 25.31, 32).

OS OFÍCIOS DE CRISTO

NÃO SÃO “CARGOS”  MAS MINISTÉRIOS (MISSÃO, MANDATO DE CONFIANÇA E AUTORIDADE – O OFÍCIO É CONTÍNUO, UM ESTADO)

PROFÉTICO
SACERDORTAL
REAL

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE PROFETA, REVELANDO-NOS, PELA SUA PALAVRA E PELO SEU ESPÍRITO, A VONTADE DE DEUS PARA A NOSSA SALVAÇÃO.

• PROFETA É AQUELE QUE TRAZ, DA PARTE DE DEUS, A MENSAGEM PARA OS HOMENS
• NO AT JESUS FOI ANUNCIADO COMO PROFETA  DT 18.15
• SEU OFÍCIO PROFÉTICO NÃO SE LIMITA À SUA VIDA TERRENA: ANJO DO SENHOR E PROFETAS DO AT SOBRE OS QUAIS ESTAVA O ESPÍRITO DE CRISTO

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE SACERDOTE, OFERECENDO-SE A SI MESMO, UMASÓ VEZ, EM SACRIFÍCIO, PARA SATISFAZER A JUSTIÇA DIVINA, PARA RECONCILIAR-NOS COM DEUS E PARA FAZER CONTÍNUA INTERCESSÃO POR NÓS.

• NO AT DEUS INSTITUIU O SACERDÓCIO COMO UM MEIO PARA QUE O PECADOR SE APROXIMASSE DELE
• DEUS REQUERIA PERFEITA OBEDIÊNCIA, MAS SE O HOMEM PECASSE DEVERIA OFERECER UM SACRIFÍCIO VIVO POR MEIO DO SACERDOTE (VIDA E SANGUE)
• SEM DEFEITO
• JESUS É, AO MESMO TEMPO, SACERDOTE E SACRIFÍCIO
• DE UMA VEZ POR TODAS – NÃO MAIS NECESSÁRIO O SACRIFÍCIO
• CONTINUA SUA OBRA SACERDOTEL COMO NTERCESSOR JUNTO AO PAI

CRISTO EXERCE O OFÍCIO DE REI, SUJEITANDO-NOS A SI MESMO, GOVERNANDO-NOS E PROTEGENDO-NOS, REPRIMINDO TODOS OS SEUS E NOSSOS INIMIGOS
• COMO FILHO DE DEUS E SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE, JESUS TEM PODER E DOMÍNIO SOBRE TODO O UNIVERSO

O QUE SIGNIFICA PARA O CRENTE OS 3 OFÍCIOS DE CRISTO?

• COMO PROFETA, JESUS NOS DEU UMA REVELAÇÃO COMPLETA SOBRE DEUS E SUA VONTADE EM NOSSAS VIDAS.
• COMO SACERDOTE, JESUS OFERECEU-SE A SI MESMO COMO SACRIFÍCIO PARA A NOSSA SALVAÇÃO E O SEU SANGUE NOS PURIFICA DE TODO O PECADO.
• COMO REI, JESUS NOS CHAMOU, ATRAVÉS DA PALAVRA E DO ESPÍRITO SANTO, E NOS REUNIU NO SEU CORPO – QUE É A IGREJA – NOS DIRIGE, NOS PROTEGE E NOS APERFEIÇOA. ELE TEM TODA AUTORIDADE NO CÉU E NA TERRA.





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AULA 3 ANEXO

CAPÍTULO VIII
DE CRISTO O MEDIADOR
I. Aprouve a Deus em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do Mundo; e deu-lhe desde toda a eternidade um povo para ser sua semente e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado.
Isa. 42: 1; I Ped. 1: 19-20; I Tim. 2:5; João 3:16; Deut. 18:15; At. 3:20-22; Heb. 5:5-6; Isa. 9:6-7; Luc. 1:33; Heb. 1:2; Ef. 5:23; At. 17:31; II Cor.5:10; João 17:6; Ef. 1:4; I Tim. 2:56; I Cor. 1:30; Rom.8:30.
II. O Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas - a Divindade e a humanidade - foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem.
João 1:1,14; I João 5:20; Fil. 2:6; Gal. 4:4; Heb. 2:14, 17 e 4:15; Luc. 1:27, 31, 35; Mat. 16:16; Col. 2:9; Rom. 9:5; Rom. 1:3-4; I Tim. 2:5.
III. O Senhor Jesus, em sua natureza humana unida à divina, foi santificado e sem medida ungido com o Espírito Santo tendo em si todos os tesouros de sabedoria e ciência. Aprouve ao Pai que nele habitasse toda a plenitude, a fim de que, sendo santo, inocente, incontaminado e cheio de graça e verdade, estivesse perfeitamente preparado para exercer o ofício de Mediador e Fiador. Este ofício ele não tomou para si, mas para ele foi chamado pelo Pai, que lhe pôs nas mãos todo o poder e todo o juízo e lhe ordenou que os exercesse.
Sal. 45:5; João 3:34; Heb. 1:8-9; Col. 2:3, e 1:9; Heb. 7:26; João 1: 14; At. 10:38; Heb. 12:24, e 5:4-5; João 5:22, 27; Mat. 28:18.
IV. Este ofício o Senhor Jesus empreendeu mui voluntariamente. Para que pudesse exercê-lo, foi feito sujeito à lei, que ele cumpriu perfeitamente; padeceu imediatamente em sua alma os mais cruéis tormentos e em seu corpo os mais penosos sofrimentos; foi crucificado e morreu; foi sepultado e ficou sob o poder da morte, mas não viu a corrupção; ao terceiro dia ressuscitou dos mortos com o mesmo corpo com que tinha padecido; com esse corpo subiu ao céu, onde está sentado à destra do Pai, fazendo intercessão; de lá voltará no fim do mundo para julgar os homens e os anjos.
Sal. 40:7-8; Heb. 10:5-6; João 4:34: Fil. 2-8; Gal. 4:4; Mat. 3:15 e 5:17; Mat. 26:37-38; Luc.22:24; Mat. 27.46; Fil 2:8; At. 2:24, 27 e 13:37; I Cor.15:4; João 20:25-27; Luc. 24:50-51; II Ped. 3:22; Rom. 8:34; Heb. 7:25; Rom. 14:10: At. 1:11, João5:28-29; Mat. 13:40-42.
V. O Senhor Jesus, pela sua perfeita obediência e pelo sacrifício de si mesmo, sacrifício que pelo Eterno Espírito, ele ofereceu a Deus uma só vez, satisfez plenamente à justiça do Pai. e para todos aqueles que o Pai lhe deu adquiriu não só a reconciliação, como também uma herança perdurável no Reino dos Céus.
Rom. 5: 19 e :25-26; Heb. 10: 14; Ef. 1: 11, 14; Col.1:20; II Cor.5: 18; 20; João 17:2; Heb.9:12,15.
VI. Ainda que a obra da redenção não foi realmente cumprida por Cristo senão depois da sua encarnação; contudo a virtude, a eficácia e os benefícios dela, em todas as épocas sucessivamente desde o princípio do mundo, foram comunicados aos eleitos naquelas promessas, tipos e sacrifícios, pelos quais ele foi revelado e significado como a semente da mulher que devia esmagar a cabeça da serpente, como o cordeiro morto desde o princípio do mundo, sendo o mesmo ontem, hoje e para sempre.
Gal. 4:45; Gen. 3:15; Heb. 3:8.
VII. Cristo, na obra da mediação, age de conformidade com as suas duas naturezas, fazendo cada natureza o que lhe é próprio: contudo, em razão da unidade da pessoa, o que é próprio de uma natureza é às vezes, na Escritura, atribuído à pessoa denominada pela outra natureza.
João 10:17-l8; I Ped. 3:18; Heb. 9:14; At. 20:28; João3:13
VIII. Cristo, com toda a certeza e eficazmente aplica e comunica a salvação a todos aqueles para os quais ele a adquiriu. Isto ele consegue, fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na palavra e pela palavra os mistérios da salvação, persuadindo-os eficazmente pelo seu Espírito a crer e a obedecer, dirigindo os corações deles pela sua palavra e pelo seu onipotente poder e sabedoria, da maneira e pelos meios mais conformes com a sua admirável e inescrutável dispensação.
João 6:37; 39 e10:15-16; I João 2:1; João 15:15; Ef. 1:9; João 17:6; II Cor. 4:13; Rom. 8:9, 14 e 15:18-19; João 17:17; Sal. 90:1; I Cor. 15: 25-26; Col. 2:15; Luc. 10: 19.
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